Museus de Campo Grande têm infiltração, fios expostos e falta de extintores

Depois da destruição do Museu Nacional do Rio de Janeiro, no último domingo (2), voltou se o olhar para os lugares que guardam o acervo histórico de Campo Grande. São 64 museus em todo o estado de Mato Grosso do Sul e cerca de 17 na Capital. Essas unidades são administradas por universidades, fundações, poder público e iniciativa privada.

Conforme observado pela reportagem do Correio do Estado, alguns locais não estão em bom estado de conservação. Há infiltrações, faltam extintores e há a presença de fios expostos. O caso mais preocupante é o da Casa do Artesão, na esquina da Calógeras com a Afonso Pena. 

O lugar, que já teve a fachada interditada pelos Bombeiros e pela Defesa Civil Municipal, em 2015, continua com problemas de infiltração, o mesmo comprometeu o portal de entrada do local há três anos atrás. Aparentemente a fachada foi reformada e o prédio pintado na parte de fora, mas a situação do interior é diferente. Uma parede está toda com marcas de infiltração, do teto ao chão. 

O problema mais grave fica justamente perto do piso, onde há fios expostos e uma tomada desprotegida, correndo risco entrar em contato com água e causar um curto-circuito. Na parte superior, também há fios expostos, perto de uma obra feita de palha e madeira, que pode agravar a situação em caso de incêndio no prédio, que possui dois extintores de incêndio aparentes. 

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